China lidera os indicadores mundiais de patentes e propriedade intelectual

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A apresentação de patentes, marcas e desenhos industriais em todo o mundo atingiu níveis recordes em 2016, com forte demanda da China, revelou nesta  quarta-feira (6) a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), em seu último relatório. No ano passado, 3,1 milhões de pedidos de patente foram registrados, representando um aumento de 8,3%. É o sétimo ano consecutivo de altas. A informação é do Centro de Notícias da ONU.

Os pedidos de marcas registradas, que totalizaram cerca de 7 milhões, e o registro de projetos industriais, que atingiram quase um milhão, também aumentaram. Este dinamismo no campo da propriedade intelectual é impulsionado pela China, que submeteu mais pedidos de patentes do que a soma dos apresentados pelos Estados Unidos, Japão, Coreia do Sul e Instituto Europeu de Patentes como um todo.

“Cada vez mais, a China está entre os líderes em inovação e desenvolvimento de marca em todo o mundo”, disse Francis Gurry, CEO da OMPI.

Depois do país asiático, o maior número de pedidos de patentes veio dos Estados Unidos, Japão, Coréia do Sul e Europa. No total, a Ásia representou 64,6% de todos os pedidos de patentes no mundo, seguido pela América do Norte com 20,5%, Europa com 11,3%, e América Latina e Caribe com 2,0%.

Embora a participação da América Latina e Caribe a nível global tenha diminuído em 1 ponto percentual em relação a 2006, o número de pedidos aumentou de 54.000 para 61.300 na última década.

O relatório sobre indicadores globais de propriedade intelectual também destaca que mais pedidos de patentes são apresentados no exterior, refletindo que a proteção da propriedade intelectual foi internacionalizada e há um desejo de comercializar a tecnologia em mercados estrangeiros.

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